Post: 12854 | Data: 10/06/2018 | Visitas: 110

Coordenadora da APLB Sindicato de São José do Jacuípe responde o porque da entidade está em está em silêncio

Graziela, coordenadora da APLB Sindicato Núcleo São José do Jacuípe

Coordenadora da APLB Sindicato de São José do Jacuípe responde cobranças de membros da categoria. “A APLB está em silêncio”, revela profissionais ao Jornal Transamérica 2ª edição

A semana de trabalho do Jornal Transamérica 2ª edição, com início na segunda-feira, 04 de junho, tem sido marcada por questões ligadas ao município de São José do Jacuípe, cidade comanda pelo prefeito Erismar de Amadinho do PV.

 

Na terça-feira, 05, Suzara, Secretária da Educação, esteve no programa para responder cobranças da mãe de Igo, garoto de 20 anos, com necessidades especiais, fora da escola segundo relatos repassados pela própria mãe, há seis meses, por conta que a estagiária de Igo foi retirada sem comunicado prévio, situação que contribuiu para interromper o trabalho educacional que estava sendo desenvolvido com Igo. “A mãe de Igo não falou a verdade ao relatar situações que eu tenho como provar que não está acontecendo. A estagiária cumpre rigorosamente seu horário e tenho como provar para você (Arnaldo Silva), a lista de presença, bem com a ausência de Igo”, colocou Suzara. Ainda sobre o problema, a administradora da pasta colocou: “a situação chegou a esse ponto devido a saída mediante seletiva da estagiária, que por sinal é da família de Igo. Mas não foi o município que tirou a estagiária, foram as regras do processo seletivo que impediu que a estagiária de Igo continuasse o trabalho e tem mais um ponto: cada estagiária só pode de acordo com as normas do programa permanecer por dois anos com portador de necessidades especiais”, colocou Suzara.

Suzara, Secretária da Educação de São José do Jacuípe

 

Na sexta-feira, 08 de junho, aconteceu uma reunião entre Joelma, mãe de Igo e Suzara, tendo como objetivo buscar uma solução para o problema e isso reconduzir Igo à sala de aula.

 

Outro assunto gira em torno de cobranças de profissionais da educação de São José do Jacuípe, que enviaram mensagens para o citado programa com informações que a Coordenadora da APLB Sindicato está em silencio diante de problemas como as máquinas de xérox na fila do conserto, assunto que Suzara esclareceu admitindo o problema e se colocando à disposição da categoria para resolver as pendências em torno dos equipamentos, dentre outras situações tais como: prestação de contas, acompanhamento da FOLHA DE PAGAMENTO da categoria, assembleias que tem sido realizadas,  dentre outros problemas.

 

Para a coordenadora da entidade de classe, a professora Graziela, que participou por telefone na noite desta quinta-feira, no Jornal Transamérica 2ª edição, disse que assumiu o cargo de coordenadora devido a problemas com a presidente anterior, incumbência essa que está sendo exercida há cerca de dois, tendo como resultado a formação de caixa na ordem de R$ 50 mil reais. A respeito da prestação de contas, a coordenadora explicou que presta contas através do grupo da APLB, com citações ainda em torno da idoneidade de sua tesoureira.

 

Quanto a realização de assembleias com a categoria, a coordenadora respondeu criticando o grupo. “As participações nas assembleias são bem pequenas, mas mesmo diante dessa falta de interesses o trabalho está sendo realizado mesmo alguns achando que eu estou em silêncio. Esse é o meu jeito de conduzir o trabalho, sem aparecer muito na imprensa, mas acompanhando, cobrando, em busca sempre dos direitos da categoria”, colocou Graziela. Sobre as assembleias, a coordenadora informou que a última realização foi no final de 2017, portanto mais de cinco meses sem assembleia. Quanto a folha de pagamento, a coordenadora salientou que está tudo dentro a contento. “Em termos de pauta o que está sendo trabalhado é reformulação do novo Plano de Cargos e Salários da Categoria, que precisa avançar, mas o impasse está na vida da técnica para novos encontros com a gestão e com isso decidir os pontos finais da proposta, que eu encaro como principal desafio do mandato”, colocou a coordenadora da APLB.

 

Sobre o mandato em torno da educação de São José do Jacuípe, a coordenadora disse que tem situações de fato que precisam melhorar. “No geral, a gestão do prefeito não atende a expectativa da APLB”, disse a coordenadora que deixou como recado final para a categoria que se tem alguém insatisfeito como o trabalho realizado pela APLB, que a procure para uma boa conversa”.

 

A APLB Sindicato é composta em média por 200 afiliados e tem no Plano de Cargos e Salários que está sendo trabalhado a esperança de dias melhores para uma categoria que precisa avançar, se preparar cada vez mais e com registros de transformações reais na vida da educação de um município que vem enfrentando muitos desafios diante de gestões de poucos resultados sociais na vida da população composta pela sede, distrito de Itatiaia, Pau de Colher, Vaca Brava e comunidades rurais.

 

Texto: Arnaldo Silva, DRT – 2805/BA.

www.reporterbahia.com
Por: Arnaldo Silva

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